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segunda-feira, 14 de outubro de 2013

AGORA É DEFINITIVO ...


A Fiocruz, o Ministério da Saúde e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária 
(Anvisa) publicaram, em definitivo, Os protocolos básicos de segurança do paciente. Os seis protocolos  Identificação do Paciente; Prevenção de Úlcera por Pressão; Segurança na Prescrição, Uso e Administração de Medicamentos; Cirurgia Segura; Prática de Higiene das Mãos em Serviços de Saúde; e Prevenção de Quedas  fazem parte do Programa Nacional de Segurança do Paciente, cujo objetivo é prevenir e reduzir a incidência de eventos adversos nos serviços de saúde públicos e privados. Pesquisadores da ENSP que integram o Centro Colaborador para a Qualidade do Cuidado e a Segurança do Paciente (Proqualis) participaram do desenvolvimento de uma das principais ações desse novo programa: os protocolos de segurança do paciente com foco nos problemas de maior incidência.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), evento adverso é um incidente que resulta em dano não intencional decorrente da assistência e não relacionado à evolução natural da doença de base do paciente. No Brasil, o Ministério da Saúde, em parceria com a Anvisa, inseriu esse tema na agenda prioritária do sistema de saúde público e privado do país, por meio do lançamento, em abril de 2013, do Programa Nacional de Segurança do Paciente.
Os protocolos desenvolvidos visam orientar profissionais na ampliação da segurança do paciente nos serviços de saúde. Além deles, o programa criou Núcleos de Segurança do Paciente nos serviços de saúde, tanto públicos como particulares, e prevê a notificação de eventos adversos associados à assistência do paciente, bem como a chamada pública do setor produtivo da saúde para proposição de medidas de ampliação da segurança dos pacientes em serviços de saúde.
A Anvisa ficou responsável pelo desenvolvimento do protocolo de Prática de Higienização das Mãos em Serviços de Saúde. O grupo de trabalho coordenado pelo Proqualis desenvolveu os outros cinco. Depois de prontos, todos os seis protocolos passaram por consulta pública. 
Integram o Proqualis, pela ENSP, os pesquisadores Walter Mendes, Monica Martins, Suely Rozenfeld e Victor Grabois. Walter também é o representante da Fiocruz no Comitê de Implementação do Programa Nacional de Segurança do Paciente, e seu suplente é Victor Grabois. O comitê foi criado como instância colegiada, de caráter consultivo, com a finalidade de promover ações voltadas para a melhoria da segurança do cuidado em saúde por meio de processo de construção consensual entre os diversos atores que dele participam.
Os protocolos e seus objetivos
Protocolo de Identificação do Paciente tem a finalidade de reduzir a ocorrência de incidentes. O processo de identificação deve assegurar que o cuidado seja prestado à pessoa para a qual se destina.
Já o Protocolo para Prevenção de Úlcera por Pressão visa prevenir a ocorrência dessa e de outras lesões da pele, visto que é uma das consequências mais comuns da longa permanência em hospitais. Sua incidência aumenta proporcionalmente à combinação de fatores de riscos, entre eles, idade avançada e restrição ao leito.  
Protocolo de Segurança na Prescrição, Uso, e Administração de Medicamentos objetiva a promoção de práticas seguras no uso de medicamentos em estabelecimentos de saúde. Segundo o protocolo, estima-se que os erros de medicação em hospitais provoquem mais de 7 mil mortes por ano nos Estados Unidos, acarretando importantes custos tangíveis e intangíveis. 
Protocolo para Cirurgia Segura diz respeito ao estabelecimento de medidas a serem implantadas para reduzir a ocorrência de incidentes e eventos adversos e a mortalidade cirúrgica, possibilitando o aumento da segurança na realização de procedimentos cirúrgicos, no local correto e no paciente correto, por meio do uso da Lista de Verificação de Cirurgia Segura desenvolvida pela OMS. 
Protocolo para a Prática de Higiene das Mãos em Serviços de Saúde aborda informações sobre a instituição e promoção da higiene das mãos nos serviços de saúde do país. Seu intuito é prevenir e controlar as infecções relacionadas à assistência à saúde (Iras), visando à segurança do paciente, dos profissionais de saúde e de todos aqueles envolvidos nos cuidados aos pacientes.
A sexta e última norma Protocolo de Prevenção de Quedas tem como meta reduzir a ocorrência de queda de pacientes nos pontos de assistência e o dano dela decorrente, por meio da implantação/implementação de medidas que contemplem a avaliação de risco do paciente, garantam o cuidado multiprofissional em um ambiente seguro e promovam a educação do paciente, familiares e profissionais.



segunda-feira, 16 de setembro de 2013

SUCESSO NO TREINAMENTO DA HIGIENIZAÇÃO DE MÃOS!



O primeiro dia da Campanha de Higienização de Mãos foi um sucesso!


O HIMABA contou com a dedicação da Prof. Enf. Glaucia Santana, responsável pela Educação continuada e da Dra. Beatriz Junqueira , Gerente de Risco do Hospital. A presença do Grupo Soluços e Sorrisos ajudou a abrilhantar todo o processo de treinamento, que continua pelos próximos 15 dias.


Durante o treinamento foram distribuídas lembrancinhas de álcool gel e formulários com orientações sobre o treinamento.


O Grupo Soluços e Sorrisos participou ativamente da palestra e fez questão de passar em todos os setores , convidando-os a participar do treinamento.



 A equipe do Pronto-socorro recepcionou o Treinamento e o Grupo de braços abertos !!!!




Este é um grande passo que demonstra o compromisso do HIMABA com a segurança do paciente !

Parabéns a todos !!!!



sábado, 14 de setembro de 2013

O CONTROLE ESTÁ EM SUAS MÃOS !


HIMABA faz treinamento para Lavagem de Mãos!


Uma programação especial de treinamento de Higienização de Mãos,  terá início nesta próxima semana no Hospital Infantil e Maternidade Alzir Bernardino Alves.

Nesta segunda, 16/09, o hospital estadual iniciará várias ações educativas para alertar principalmente os profissionais de saúde, funcionários administrativos, bem como os pacientes sobre a forma correta e segura de higienizar as mãos e evitar o contágio de doenças.

As equipes do Núcleo de Segurança do Paciente, Educação Continuada e  CCIH do Hospital, responsáveis pela campanha, também reforçarão as orientações com a disponibilização de um guia com os passos para a limpeza adequada das mãos.

O hábito de lavar as mãos é o primeiro procedimento clínico básico para qualquer profissional de saúde. As mãos limpas ajudam a evitar a propagação das doenças e diminuem o risco de infecção hospitalar.

"Essa campanha contribuirá para aumentar a segurança na assistência hospitalar e vai fortalecer um hábito essencial de higiene que pode evitar complicações no quadro de saúde dos pacientes internados, nossa meta é que o treinamento atinja 100% do corpo clinico e funcionários do Hospital", diz a Diretora Técnica Dra. Rubia Martins.


COMO HIGIENIZAR?


 QUANDO HIGIENIZAR?




sábado, 31 de agosto de 2013

LAVAR AS MÃOS SALVA VIDAS !!!!!



HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS

É a medida individual mais simples e menos dispendiosa para prevenir a propagação de infecções.
O termo “lavagem das mãos foi substituído pelo termo “higienização das mãos” devido à maior abrangência deste procedimento.

POR QUE FAZER?
As mãos constituem a principal via de transmissão de microrganismos, pois a pele é um possível reservatório de diversos microrganismos, que podem se transferir de uma superfície para outra, por meio de contato direto (pele com pele), ou indireto, através do contato com objetos e superfícies contaminados.
Na camada mais superficial da pele pode-se encontrar bactérias Gram-negativas, como enterobactérias (Ex: Escherichia coli), bactérias não fermentadoras (Ex: Pseudomonas aeruginosa), além de fungos e vírus que podem ser removidos por ação mecânica pela higienização das mãos com água e sabão, sendo eliminada com mais facilidade quando se utiliza uma formulação anti-séptica (Ex: álcool a 70% em gel).

PARA QUE HIGIENIZAR AS MÃOS?
A higienização das mãos apresenta as seguintes finalidades:
• Remoção de sujidade, suor, oleosidade, pêlos, células descamativas e da microbiota da pele, interrompendo a transmissão de infecções veiculadas ao contato.
• Prevenção e redução das infecções causadas pelas transmissões cruzadas.
A eficácia da higienização das mãos depende da duração e da técnica empregada.

http://www.anvisa.gov.br/servicosaude/manuais/paciente_hig_maos.pdf