No mês de dezembro o HIMABA promoveu o Treinamento em
Segurança do Paciente com o Slogan “Cuidado Seguro, Plante esta Semente!” O Treinamento
foi um grande evento, com a participação de mais de 70% dos profissionais da área
assistencial. No mês de janeiro/2014 o Núcleo de Risco e Segurança do Paciente –
HIMABA desenvolverá uma nova série de treinamentos com a finalidade de cobrir
100% dos profissionais. Sucesso Total!!!
domingo, 22 de dezembro de 2013
sexta-feira, 1 de novembro de 2013
PROGRAMA NACIONAL DE SEGURANÇA DO PACIENTE
O Ministério da Saúde e a Agência Nacional de Vigilância
Sanitária (ANVISA) lançaram o Programa Nacional de Segurança do Paciente,
formalizado por meio da portaria MS/GM Nº 529, DE 1 DE ABRIL DE 2013.
O objetivo do programa é promover melhorias relacionadas à
segurança do paciente, de forma a prevenir e reduzir a incidência de eventos
adversos no atendimento e internação.
“Uma das principais ações será a obrigatoriedade de que os hospitais e
serviços de saúde implantem um Núcleo de Segurança do Paciente. O Núcleo, que
deverá entrar em funcionamento em 120 dias a partir da aprovação da norma, será
uma referência dentro de cada instituição na promoção de uma assistência segura
e também na orientação aos pacientes, familiares e acompanhantes de pessoas
internadas. Também passará a ser obrigatória a notificação mensal de eventos
adversos associados à assistência à saúde”.
Os objetivos específicos do programa foram assim delimitados
no Art 3º:
I – promover e apoiar a implementação de iniciativas
voltadas à segurança do paciente, por meio da implantação da gestão de risco e
de Núcleos de Segurança do Paciente nos estabelecimentos de saúde;
II – envolver os pacientes e familiares nas ações de
segurança do paciente;
III – ampliar o acesso da sociedade às informações relativas
à segurança do paciente;
IV – produzir, sistematizar e difundir conhecimentos sobre
segurança do paciente; e
V – fomentar a inclusão do tema segurança do paciente no
ensino técnico e de graduação e pós-graduação na área da saúde.
As estratégias do programa estão descritas no Art 5º:
I – elaboração e apoio à implementação de protocolos, guias
e manuais de segurança do paciente;
II – promoção de processos de capacitação de gerentes,
profissionais e equipes de saúde em segurança do paciente;
III – inclusão, nos processos de contratualização e
avaliação de serviços, de metas, indicadores e padrões de conformidade
relativos à segurança do paciente;
IV – implementação de campanha de comunicação social sobre
segurança do paciente, voltada aos profissionais, gestores e usuários de saúde
e sociedade;
V – implementação de sistemática de vigilância e
monitoramento de incidentes na assistência à saúde, com garantia de retorno às
unidades notificantes;
VI – promoção da cultura de segurança com ênfase no
aprendizado e aprimoramento organizacional, engajamento dos profissionais e dos
pacientes na prevenção de incidentes, com ênfase em sistemas seguros,
evitando-se os processos de responsabilização individual; e
VII – articulação, com o Ministério da Educação e com o
Conselho Nacional de Educação, para inclusão do tema segurança do paciente nos
currículos dos cursos de formação em saúde de nível técnico, superior e de
pós-graduação.
O Proqualis, Centro Colaborador para a Qualidade do Cuidado
e a Segurança do Paciente, do Icict/FIocruz, teve um papel importante na
elaboração do Programa, coordenando o desenvolvimento dos protocolos de
segurança do paciente, com foco nos problemas de maior incidência:
Higienização das mãos.
Cirurgia segura.
Prevenção de úlcera por pressão.
Identificação do paciente.
Prevenção de quedas.
Prescrição uso e administração de medicamentos.
O HIMABA está alinhado a este novo programa desde junho
2013.
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
AGORA É DEFINITIVO ...
A Fiocruz, o Ministério da Saúde e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária
(Anvisa) publicaram, em definitivo, Os protocolos básicos de segurança do paciente. Os seis protocolos – Identificação do Paciente; Prevenção de Úlcera por Pressão; Segurança na Prescrição, Uso e Administração de Medicamentos; Cirurgia Segura; Prática de Higiene das Mãos em Serviços de Saúde; e Prevenção de Quedas – fazem parte do Programa Nacional de Segurança do Paciente, cujo objetivo é prevenir e reduzir a incidência de eventos adversos nos serviços de saúde públicos e privados. Pesquisadores da ENSP que integram o Centro Colaborador para a Qualidade do Cuidado e a Segurança do Paciente (Proqualis) participaram do desenvolvimento de uma das principais ações desse novo programa: os protocolos de segurança do paciente com foco nos problemas de maior incidência.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), evento adverso é um incidente que resulta em dano não intencional decorrente da assistência e não relacionado à evolução natural da doença de base do paciente. No Brasil, o Ministério da Saúde, em parceria com a Anvisa, inseriu esse tema na agenda prioritária do sistema de saúde público e privado do país, por meio do lançamento, em abril de 2013, do Programa Nacional de Segurança do Paciente.
Os protocolos desenvolvidos visam orientar profissionais na ampliação da segurança do paciente nos serviços de saúde. Além deles, o programa criou Núcleos de Segurança do Paciente nos serviços de saúde, tanto públicos como particulares, e prevê a notificação de eventos adversos associados à assistência do paciente, bem como a chamada pública do setor produtivo da saúde para proposição de medidas de ampliação da segurança dos pacientes em serviços de saúde.
A Anvisa ficou responsável pelo desenvolvimento do protocolo de Prática de Higienização das Mãos em Serviços de Saúde. O grupo de trabalho coordenado pelo Proqualis desenvolveu os outros cinco. Depois de prontos, todos os seis protocolos passaram por consulta pública.
Integram o Proqualis, pela ENSP, os pesquisadores Walter Mendes, Monica Martins, Suely Rozenfeld e Victor Grabois. Walter também é o representante da Fiocruz no Comitê de Implementação do Programa Nacional de Segurança do Paciente, e seu suplente é Victor Grabois. O comitê foi criado como instância colegiada, de caráter consultivo, com a finalidade de promover ações voltadas para a melhoria da segurança do cuidado em saúde por meio de processo de construção consensual entre os diversos atores que dele participam.
Os protocolos e seus objetivos
O Protocolo de Identificação do Paciente tem a finalidade de reduzir a ocorrência de incidentes. O processo de identificação deve assegurar que o cuidado seja prestado à pessoa para a qual se destina.
Já o Protocolo para Prevenção de Úlcera por Pressão visa prevenir a ocorrência dessa e de outras lesões da pele, visto que é uma das consequências mais comuns da longa permanência em hospitais. Sua incidência aumenta proporcionalmente à combinação de fatores de riscos, entre eles, idade avançada e restrição ao leito.
O Protocolo de Segurança na Prescrição, Uso, e Administração de Medicamentos objetiva a promoção de práticas seguras no uso de medicamentos em estabelecimentos de saúde. Segundo o protocolo, estima-se que os erros de medicação em hospitais provoquem mais de 7 mil mortes por ano nos Estados Unidos, acarretando importantes custos tangíveis e intangíveis.
Protocolo para Cirurgia Segura diz respeito ao estabelecimento de medidas a serem implantadas para reduzir a ocorrência de incidentes e eventos adversos e a mortalidade cirúrgica, possibilitando o aumento da segurança na realização de procedimentos cirúrgicos, no local correto e no paciente correto, por meio do uso da Lista de Verificação de Cirurgia Segura desenvolvida pela OMS.
O Protocolo para a Prática de Higiene das Mãos em Serviços de Saúde aborda informações sobre a instituição e promoção da higiene das mãos nos serviços de saúde do país. Seu intuito é prevenir e controlar as infecções relacionadas à assistência à saúde (Iras), visando à segurança do paciente, dos profissionais de saúde e de todos aqueles envolvidos nos cuidados aos pacientes.
A sexta e última norma Protocolo de Prevenção de Quedas tem como meta reduzir a ocorrência de queda de pacientes nos pontos de assistência e o dano dela decorrente, por meio da implantação/implementação de medidas que contemplem a avaliação de risco do paciente, garantam o cuidado multiprofissional em um ambiente seguro e promovam a educação do paciente, familiares e profissionais.
terça-feira, 24 de setembro de 2013
QUEM PAGA A CONTA?
Há algum tempo o The New
York Times noticiou que, o Medicare - securidade social governamental americana
para os idosos - não mais pagará os hospitais por despesas decorrentes de
algumas complicações adquiridas dentro do hospital.
Essas complicações foram consideradas pelo Medicare como
"condições que podem ser razoavelmente prevenidas".
Algumas dessas
condições são frequentes, outras são mais raras, a lista das inicialmente
consideradas incluem:
Úlcera por pressão (escara de decúbito);
Lesões causadas por quedas;
Infecções relacionadas a cateteres venosos;
Infecções urinárias relacionadas a sondagem vesical;
Tratamento de pacientes nos quais foi esquecido objetos
durante a cirurgia;
Complicações decorrentes de transfusões de sangue
incompatível;
O The New York Times afirma, ainda, que algumas seguradoras
privadas estão pensando em caminhar na mesma direção. Além disso, algumas
outras condições preveníveis estão sendo consideradas como septicemia por S.
aureus, pneumonia associada à ventilação mecânica e infecção por C. difficile.
Esse conceito já chegou ao País.
A Campanha 100.000 vidas (atualmente 5 milhões de vidas) demonstrou que é possível, eliminar essas complicações com cuidados simples e baseados em Evidências Científicas, gerenciando riscos e cuidando da segurança do paciente.
A Campanha 100.000 vidas (atualmente 5 milhões de vidas) demonstrou que é possível, eliminar essas complicações com cuidados simples e baseados em Evidências Científicas, gerenciando riscos e cuidando da segurança do paciente.
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
É POSSÍVEL EVITAR O ERRO...
Somos humanos, falíveis, erramos e erramos frequentemente. Todos sabemos disto. Por diversas
vezes esquecemos coisas importantes tanto pessoais quanto profissionais.
Aniversários de pessoas importantes passam sem que nos recordemos, esquecemos
de pagar contas...
Erramos
porque somos imperfeitos, porque nosso cérebro para funcionar melhor e mais
rápido usa uma série de adaptações vindas da evolução da nossa espécie. Não há
como evitar os erros, por mais esforços que façamos, mais cedo ou mais tarde
ele ocorrerá.
Mas se
isto é realmente verdade, e é, por que insistimos em construir sistemas que se
baseiam na perfeição humana?
É comum, quando analisamos falhas na assistência
médico-hospitalar ouvirmos dos responsáveis pela análise soluções como: o
funcionário foi reorientado! Como se o funcionário tivesse errado por má fé,
por negligência ou por descaso. Na imensa maioria das vezes não é isto que
acontece.
Ninguém sai de casa planejando errar nesta ou naquela função. Ninguém
erra por que quer!
É
necessário que entendamos os mecanismos dos erros humanos para que possamos
efetivamente criar barreiras que previnam ou impeçam que os erros aconteçam. Na
imensa maioria das vezes estas barreiras não podem basear-se nas capacidades
humanas, mas sim em processos simplificados e bem elaborados.
Para
entender os eventos adversos evitáveis em saúde (antigamente conhecidos como
erros médicos), é necessário avaliar como os eventos que levam a grandes erros
ocorrem. Não somente em medicina, mas quando se estuda fenômenos que causaram
lesões graves, como queda de aviões, desabamento de construções e outros,
frequentemente observamos que não há um único erro responsável pelo evento, mas
sim uma sequencia de erros menores.
Esses
erros menores, isoladamente não causariam por si a catástrofe, mas sua sequência,
sim!
Em 1990
James T. Reason propôs o Modelo do Queijo Suíço Esse modelo consiste-se de
múltiplas fatias de queijo suíço colocadas lado a lado como barreiras à ocorrência
de erros.
Segundo o autor, para que um acidente grave
ocorra é preciso que uma falha consiga ultrapassar todas as barreiras de um
determinado sistema, o que é, em geral, um acontecimento raro.
É como imaginar várias fatias de queijo suíço e,
numa situação atípica, um alinhamento dos “buracos do queijo” em todas as
fatias. O erro, neste contexto, passaria livremente por todas as etapas do
processo, causando danos sérios ao final do percurso.
O acidente, portanto, não é causado pela falha
isolada de um indivíduo, mas por uma combinação de brechas no processo como um
todo.
A ocorrência de um erro se deve a uma falha sistêmica!
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
SUCESSO NO TREINAMENTO DA HIGIENIZAÇÃO DE MÃOS!
O primeiro dia da Campanha de Higienização de Mãos foi um
sucesso!
O HIMABA contou com a dedicação da Prof. Enf. Glaucia Santana,
responsável pela Educação continuada e da Dra. Beatriz Junqueira , Gerente de Risco
do Hospital. A presença do Grupo Soluços e Sorrisos ajudou a abrilhantar todo o
processo de treinamento, que continua pelos próximos 15 dias.
Durante o treinamento foram distribuídas lembrancinhas de álcool gel e formulários com orientações sobre o treinamento.
O Grupo Soluços e Sorrisos participou ativamente da palestra e fez questão de passar em todos os setores , convidando-os a participar do treinamento.
A equipe do Pronto-socorro recepcionou o Treinamento e o Grupo de braços abertos !!!!
Este é um grande passo que demonstra o compromisso do HIMABA com a segurança do paciente !
Parabéns a todos !!!!
sábado, 14 de setembro de 2013
O CONTROLE ESTÁ EM SUAS MÃOS !
Uma programação especial de treinamento de Higienização de Mãos, terá início nesta próxima semana no Hospital Infantil e Maternidade Alzir Bernardino Alves.
Nesta segunda, 16/09, o hospital estadual iniciará várias ações
educativas para alertar principalmente os profissionais de saúde, funcionários
administrativos, bem como os pacientes sobre a forma correta e segura de
higienizar as mãos e evitar o contágio de doenças.
As equipes do Núcleo de Segurança do Paciente, Educação Continuada
e CCIH do Hospital, responsáveis pela
campanha, também reforçarão as orientações com a disponibilização de um guia
com os passos para a limpeza adequada das mãos.
O hábito de lavar as mãos é o primeiro procedimento clínico básico
para qualquer profissional de saúde. As mãos limpas ajudam a evitar a
propagação das doenças e diminuem o risco de infecção hospitalar.
"Essa campanha contribuirá para aumentar a segurança na assistência
hospitalar e vai fortalecer um hábito essencial de higiene que pode evitar
complicações no quadro de saúde dos pacientes internados, nossa meta é que o treinamento atinja 100% do corpo clinico e funcionários do Hospital", diz a Diretora Técnica Dra. Rubia Martins.
COMO HIGIENIZAR?
QUANDO HIGIENIZAR?
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